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Verão termina com chuvas e temperaturas ligeiramente abaixo da média

23/03/2026 13:41 - Segunda-feira

O verão 2025/2026 começou em 21/12/2025 às 12h03 e terminou em 20/03/2026 às 11h45 da manhã. A estação tem como principal característica as altas temperaturas e as fortes chuvas no decorrer das tardes.

De acordo com os dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), o verão 2025/2026 foi marcado por chuvas irregulares e poucos dias de calor intenso. Diferente do verão 2024/2025 que registrou fortes e prolongadas ondas de calor, mas também transcorreu com chuvas mal distribuídas o que contribuiu para que a média ficasse ligeiramente abaixo.

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram 626,4mm de chuva, sendo que o esperado eram 663,8mm, o que corresponde a aproximadamente 5,6% abaixo da média.

O verão 2025/2026 transcorreu sob efeito do fenômeno La Niña, que tem como principal característica o esfriamento anômalo das águas superficiais do Pacífico Equatorial. “Portanto, mesmo com fraca intensidade, podemos afirmar que a La Niña influenciou a estação, principalmente na questão das chuvas irregulares e da ausência de ondas de calor intenso e prolongado”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

Fazendo uma breve análise dos meses que compõe o verão, dezembro apresentou temperaturas mínimas e máximas em torno da média. Com relação às chuvas, transcorreram de forma fraca e isolada, porém, com alguns temporais mais generalizados. Foram registrados 177,3mm em média na cidade, o que corresponde a aproximadamente 3,7% abaixo dos 184,2mm esperados para o mês. Ao todo foram 25 dias com registro de precipitação, boa parte com acumulados diários abaixo de 5mm. Do dia 21/12 que marca o primeiro dia do verão até dia 31/12 foram seis dias com estado de atenção para alagamentos e nenhum dia com estado de alerta para transbordamentos.

Janeiro apresentou temperaturas mínimas variando em torno da média na primeira metade do mês, mas a segunda quinzena registrou valores majoritariamente abaixo do esperado. Já as máximas tiveram um comportamento ligeiramente diferente, se alternando entre valores abaixo e acima da média ao longo do mês. Com relação às chuvas, janeiro terminou com 256,3mm em média na cidade, o que corresponde a insignificantes 0,04% abaixo dos 256,4mm esperados. O mês teve apenas dois dias sem chuva e 29 com precipitação, boa parte com acumulados diários abaixo de 10mm. Em janeiro foram 15 dias com estado de atenção para alagamentos e dez com estado de alerta para transbordamentos.

Já fevereiro apresentou temperaturas mínimas variando em torno da média na maior parte do período, apenas com algumas madrugadas mais frias no final. As máximas tiveram um comportamento ligeiramente diferente, já que alternaram valores abaixo e acima da média, mas com prevalência de valores na faixa abaixo do esperado. Com relação às chuvas, fevereiro registrou 193mm de média na cidade, o que corresponde a 11,1% abaixo dos 217,2mm esperados e teve apenas dois dias sem índice pluviométrico. Ao todo foram 26 com registro de precipitação, boa parte com acumulados diários abaixo de 10mm. Por outro lado, os dias primeiro, três e sete apresentaram chuvas mais volumosas, com acumulados diários superiores aos 20mm. Fevereiro teve 14 dias com estado de atenção para alagamentos e cinco dias com estado de alerta para transbordamentos.

Março, o último mês do verão, começou com tempo seco, o que mudou rapidamente entre os dias seis e 12, período em que a cidade foi atingida por intensos temporais. Após esses eventos, a segunda quinzena voltou a apresentar poucas chuvas. Março teve quatro dias com estado de atenção dentro do verão e três com estado de alerta para transbordamentos.

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém dados de chuva na capital paulista desde 1995, e segundo esses dados, os anos em que o verão foi mais chuvoso, são:

1995/1996: 922,4mm

2018/2019: 894,3mm

1998/1999: 876,1mm

2009/2010: 855,1mm

2014/2015: 790,5mm

Já os menos chuvosos foram:

2017/2018: 413,4mm

2007/2008: 528,8mm

2000/2001: 545,7mm

2002/2003: 560,1mm

2004/2005: 575,9mm

Os dias mais chuvosos em cada mês do verão, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram:

30/12/2025: 17,3mm de média na cidade;

15/01/2026: 38,6mm de média na cidade; O dia mais chuvoso do verão;

07/02/2026: 28,8mm de média na cidade;

12/03/2026: 28,0mm de média na cidade;

A maior chuva já registrada na cidade, desde 1995 de acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, ocorreu durante o verão 2019/2020, no dia 10/02/2020 com 92,4mm de média na cidade.

A média de temperatura durante o verão 2025/2026:

Dezembro de 2025:

Mínima média esperada: 18,7°C na cidade; mínima média registrada: 19°C na cidade;

Máxima média esperada: 28,2°C na cidade; máxima média registrada: 29,8°C na cidade;

Janeiro de 2026:

Mínima média esperada: 19,4°C na cidade; mínima média registrada: 18,2°C na cidade;

Máxima média esperada: 28,8°C na cidade; máxima média registrada: 28,1°C na cidade;

Fevereiro de 2026:

Mínima média esperada: 19,5°C na cidade; mínima média registrada: 19,3°C na cidade;

Máxima média esperada: 29,4°C na cidade; máxima média registrada: 27,9°C na cidade;

Março de 2026:

Mínima média esperada: 19°C na cidade; mínima média registrada: 17,3°C na cidade até o dia 19/03;

Máxima média esperada: 28,5°C na cidade; máxima média registrada: 26,3°C na cidade até o dia 19/03

Ainda de acordo com análises dos meteorologistas do CGE da Prefeitura de São Paulo, que mantém dados de temperatura na cidade desde 2004, o verão mais quente foi o de 2013/2014. “Analisando os meses de janeiro e fevereiro, já que são os mais quentes da estação, e fazendo uma média, é possível constatar que 2014 teve mínima média de 20,1°C e máxima média de 31,7°C, sendo que o esperado eram mínima média de 19,5°C e máxima média de 29°C”, explica Pantera. “Já o verão 2024/2025 registrou mínima média de 19,7°C e máxima média de 30,1°C, sendo que o esperado era 19,5°C e 29°C respectivamente, também fazendo uma análise dos meses mais quentes da estação que são janeiro e fevereiro”, finaliza o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, os recordes de temperatura no verão 2025/2026 ocorreram em:

Menor média mínima: 15,2°C na cidade dia 21/01/2026;

Menor mínima absoluta, aquela registrada em um único local: 11,9°C na estação meteorológica Parelheiros-Barragem, Zona Sul, dia 28/02/2026;

Maior mínima média: 21,5°C na cidade dia 12/01/2026;

Maior mínima absoluta, aquela registrada em um único local: 23,8°C na estação meteorológica de Mooca, Zona Leste, dia 12/01/2026;

Maior máxima: 34,2°C na cidade dia 10/01/2026;

Maior máxima absoluta, aquela registrada em um único local: 36,4°C na estação meteorológica da Mooca, Zona Leste, dia 10/01/2026;

Menor máxima média: 21,2°C na cidade, dia 05/01/2026;

Menor máxima absoluta, aquela temperatura registrada em um único local: 17,6°C na estação meteorológica de Parelheiros-Barragem no dia 22/01/2026.

O outono é a transição entre o clima chuvoso e quente do verão e o período frio e seco do inverno e tem como principal característica a redução gradual das chuvas e diminuição das temperaturas. No decorrer da estação, a frequência de nevoeiros e eventuais geadas, principalmente com a aproximação do inverno, é maior.

“O outono termina em 21/06/2026 às 05h24 da manhã e deve começar com uma condição de neutralidade climática, entretanto as últimas análises do IRI/CPC indicam a possibilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño ao longo da estação”, explica Pantera. “Os modelos numéricos de previsão mostram ainda que os próximos meses devem apresentar chuvas e temperaturas ligeiramente acima da média na Grande São Paulo, lembrando que historicamente nessa época do ano os volumes de precipitação diminuem significativamente”, finaliza o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael, Pantera.


Outono começa nesta sexta-feira (20) às 11h45

17/03/2026 18:09 - Terça-feira

O outono começa nesta sexta-feira (20) às 11h45, e têm como principal característica a diminuição das chuvas e temperaturas mais amenas para a capital paulista. De acordo com os dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), são esperados 201,0mm de chuva durante toda a estação, que termina em 21/06/2026 às 05h24 da manhã.

“Os modelos numéricos de previsão estendida, indicam que não teremos a interferência dos fenômenos fenômeno El Niño, caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Pacífico Equatorial, e nem do La Niña, que esfria às águas do Pacífico Equatorial, ou seja, será um outono com neutralidade climática”, explica o técnico em meteorologia do CGE da Prefeitura de São Paulo, Adilson Nazário. “São esperadas chuvas e temperaturas dentro da média climatológica, porém, há uma tendência gradual de desenvolvimento do fenômeno El Niño, o que pode favorecer alguns períodos de calor ao longo da estação”, complementa Nazário. Vale lembrar também, que no outono de 2025, neutralidade climática choveu cerca de 257,7mm, que representa 28,2% acima da média da estação que é de 201,0mm.

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que têm dados de chuva na capital paulista desde 1995, os outonos mais chuvosos foram:

2012: 406,8mm

2017: 357,1mm

2016: 327,1mm

Já os menos chuvosos foram:

2000: 50,2mm

2020: 68,5mm

2003: 91,8mm

 

A média das temperaturas mínimas e máximas esperadas durante o outono, de acordo com o CGE da Prefeitura de São Paulo, são:

Abril: Mínima média em 17,3°C; máxima média: 26,3°C;

Maio: Mínima média em 14,6°C; máxima média: 23,7°C;

Junho: Mínima média em 13,4°C; máxima média: 23,0°C;

Os recordes de temperatura ocorridos dentro do outono, de acordo com o CGE da Prefeitura de São Paulo, que mantém esses dados desde 2004, são:

Menor mínima média: 3,5°C na cidade em 13/06/2016;

Maior máxima média: 32,4°C na cidade em 04 e 05/05/2024;

Menor mínima absoluta: -0,6°C na estação meteorológica de Capela do Socorro, Zona Sul, em 13/06/2013;

Maior máxima absoluta: 37,6°C na estação meteorológica de Parelheiros, Zona Sul, em 08/04/2005;

O outono se caracteriza pela redução gradual das chuvas e diminuição das temperaturas. Marca também a transição entre o clima chuvoso e quente do verão e o período frio e seco do inverno.

No decorrer da estação, a frequência de nevoeiros e eventuais geadas, principalmente com a aproximação do inverno, é maior. “Nesse período, as madrugadas começam a ficar mais frias, enquanto ao longo do dia o sol favorece a elevação das temperaturas, provocando grande amplitude térmica, ou seja, diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas em um mesmo período”, comenta Nazário

É também durante o outono que ocorrem as primeiras ondas de frio, provocadas pela incursão das massas de ar polar. “Segundo os modelos numéricos de previsão estendida, as primeiras massas de ar frio mais intensas só devem aparecer a partir da segunda quinzena de maio”, explica Adilson Nazário. “Abril deve seguir com clima de verão, ou seja, abafado, com pancadas de chuva nas tardes e sem frio intenso na capital paulista”, finaliza o técnico em meteorologia do CGE da Prefeitura de São Paulo.


Fevereiro termina com chuvas e temperaturas ligeiramente abaixo da média

05/03/2026 11:39 - Quinta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), fevereiro terminou com chuvas e temperaturas ligeiramente abaixo da média.

Foram registrados 193mm de média na cidade, o que corresponde a 11,1% abaixo dos 217,2mm esperados para o mês. Dessa forma, o período mais seco observado em fevereiro continua sendo o de 2018 com apenas 64,0mm.

No ano de 2026 foram 26 dias com registro de índice pluviométrico durante o mês, e o dia 07/02 foi o mais chuvoso com 28,8mm de média na cidade, o que corresponde a aproximadamente 13,3% da média esperada.

“Os dias primeiro, três e sete apresentaram chuvas mais volumosas, com acumulados diários superiores aos 20mm. Apenas para efeito de comparação, somente estes três dias totalizaram 78,5mm, ou seja, praticamente 40,7% dos 193mm acumulados durante todo o mês”, comenta Michael Pantera, meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém informações de chuva na capital paulista desde 1995 e segundo esse banco de dados, os anos com o mês de fevereiro mais chuvosos ocorreram em:

1995: 415,9mm

2019: 375,0mm

1999: 339,3mm

Já os anos menos chuvosos em fevereiro, foram:

2018: 64,0mm

2022: 75,1mm

1997: 117,0mm

As subprefeituras que registraram os maiores índices de chuva em fevereiro de 2026 foram:

Ermelino Matarazzo, Zona Leste: 277,0mm

Jaçanã/Tremembé, Zona Norte: 261,4mm

Campo Limpo, Zona Leste: 333,9mm

As subprefeituras que registraram os menores índices de chuva em fevereiro de 2026 foram:

Cidade Tiradentes, Zona Leste: 142,2mm

Lapa, Zona Oeste: 145,7mm

Pirituba/Jaraguá, Zona Norte: 147,9mm

As regiões da cidade registraram os seguintes índices pluviométricos:

Zona Leste: 205,7mm

Centro: 197,2mm

Zona Sul: 195,9mm

Zona Norte: 179,4mm

Zona Oeste: 161,9mm

Os recordes de fevereiro com relação às chuvas, são:

10/0/2020 o dia mais chuvoso já registrado em fevereiro com 92,4mm;

Fevereiro de 1995 foi o ano com o maior índice de chuva na cidade com 415,9mm;

Fevereiro de 2018 foi o ano com o menor índice de chuva na cidade com 64,0mm;

Fevereiro de 2020 foi o ano com o maior número de dias com chuva: 28;

 

Com relação às temperaturas, fevereiro apresentou mínimas próximas do esperado e máximas ligeiramente abaixo da média. Foram 19,3ºC, valor 0,2°C abaixo dos 19,5ºC de mínima e 27,9°C, valor 1,5°C abaixo dos 29,4°C de máxima esperados para fevereiro, de acordo com os dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que registra estas informações desde 2004. “As mínimas oscilaram em torno da média na maior parte do período, apenas com algumas madrugadas mais frias no final do mês, enquanto as máximas tiveram um comportamento ligeiramente diferente, já que alternaram valores abaixo e acima da média, mas com prevalência de valores abaixo do esperado”, explica Pantera.

Temperaturas médias, ocorridas na cidade em fevereiro de 2026 conforme monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo:

Menor mínima média: 15,3°C em 28/02/2026;

Maior mínima média: 21°C em 12/02/2026;

Menor máxima média: 21,9°C em 27/02/2026;

Maior máxima média: 33,5°C em 13 e 16/02/2026;

Temperaturas absolutas, aquelas registradas em um único local, de acordo com o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, em fevereiro de 2026:

Menor mínima absoluta: 11,9°C em 28/02/2026 na estação Parelheiros-Barragem, Zona Sul;

Menor máxima absoluta: 19,5°C em 27/02/2026 na estação de Marsilac, Zona Sul;

Maior mínima absoluta: 23,1°C em 13/02/2026 na estação CGE, no Centro;

Maior máxima absoluta: 36,3°C em 16/02/2026 na estação Vila Nova Cachoeirinha Zona Norte;

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém o monitoramento das temperaturas na cidade com o auxílio de 29 estações meteorológicas automáticas desde 2004 e conforme esse histórico, os recordes já ocorridos em um mês de fevereiro foram:

A menor mínima média na cidade: 15,4°C em 27/02/2014;

A menor mínima absoluta, em Engenheiro Marsilac, Zona Sul, com 12,2°C em 10/02/2019;

A maior máxima média na cidade: 36,7°C dia 02/02/2019;

A maior máxima absoluta, em Pinheiros, Zona Oeste, com 39,1°C dia 01/02/2019;

Com relação aos recordes de temperaturas ocorridos em 2026, o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, têm os seguintes dados:

Mínima

Menor mínima média: 15,2°C em 21/01/2026;

Menor mínima absoluta: 11,9°C em 28/02/2026 na estação Parelheiros-Barragem, Zona Sul;

Maior mínima média: 21,5°C em 12/01/2026;

Maior mínima absoluta: 23,8°C em 12/01/2026 nas estações da Mooca e Penha, Zona Leste;

Máximas

Menor máxima média: 19,3°C em 21/01/2026;

Menor máxima absoluta: 17,6°C em 22/01/2026 na estação Parelheiros-Barragem, Zona Sul;

Maior máxima média: 34,2°C em 10/01/2026;

Maior máxima absoluta: 36,4°C em 10/01/2026 na estação Mooca, Zona Leste;

 

Para o mês de março, que marca o fim do verão, a previsão é de transição da atual fase de La Niña fraca para neutralidade climática, ou seja, sem influência dos fenômenos La Niña e El Niño, associados com temperaturas anômalas das águas do Pacífico Equatorial. A maioria dos modelos numéricos indicam que as chuvas para este mês devem ficar em torno da média, com temperaturas ligeiramente acima do esperado. Segundo o CGE da Prefeitura de São Paulo a média de chuva é de 175,3mm, com mínima média em 19°C e máxima média de 28,5°C.


Carnaval tem previsão de sol, calor e chuvas nas tardes

11/02/2026 16:48 - Quarta-feira

De acordo com a previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), o fim de semana do Carnaval deve transcorrer com sol, calor e chuvas isoladas no final das tardes, porém, já no início da próxima semana, ainda durante o feriado, as chuvas retornam de forma mais significativa para a capital paulista.

 

“Os próximos dias seguem com melhora nas condições do tempo, ou seja, há condição para maiores períodos de sol e temperaturas em elevação, porém ainda com pancadas de chuva no período das tardes”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

 

A quinta-feira (12) ainda deve começar com muita nebulosidade, mas o sol finalmente volta a predominar e favorece a elevação das temperaturas ao longo do dia. Os termômetros devem variar entre mínimas de 19°C e máximas que podem chegar aos 29°C. Entre o meio da tarde e o início da noite retornam as pancadas de chuva isoladas de moderada a forte intensidade com raios e rajadas localizadas de vento.

 

Na sexta-feira (13) o sol favorece a rápida elevação das temperaturas ao longo do dia. As mínimas oscilam em torno dos 20°C, enquanto as máximas podem superar os 30°C. “As pancadas de chuva retornam para a Grande São Paulo de forma isolada no decorrer da tarde, variando de moderada a forte intensidade e associadas com raios e rajadas localizadas de vento”, comenta o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

 

No fim de semana, os termômetros variam entre mínimas de 20°C e máximas que devem superar os 31°C, enquanto a umidade relativa do ar fica um pouco mais baixa com valores mínimos atingindo níveis próximos aos 40%. “Nestas situações, é importante se manter hidratado, usar óculos escuros e protetor solar”, comenta Pantera.

 

Os modelos numéricos de previsão estendida, indicam que entre a segunda-feira (16) e a quarta-feira (18) as mínimas devem oscilar em torno dos 20°C e as máximas entre 31°C e 29°C. “O tempo segue abafado, entretanto retornam as condições para pancadas mais generalizadas de chuva. Essa condição ameniza o calor das tardes, porém, essas instabilidades têm potencial para rajadas de vento e formação de alagamentos”, finaliza o meteorologista da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.


Janeiro termina com chuvas dentro da média e temperaturas abaixo

05/02/2026 13:18 - Quinta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), janeiro terminou com chuvas dentro da média e temperaturas abaixo.

Foram registrados 256,3mm de média na cidade, o que corresponde a 0,04% dos 256,4mm esperados para o mês. Dessa forma, o período mais seco observado em janeiro continua sendo o de 2007 com apenas 131,2mm. No ano de 2026 foram 29 dias com registro de chuva durante o mês, e o dia 15/01 foi o mais chuvoso com 38,6mm de média na cidade, o que corresponde a aproximadamente 15,1% dos 256,4mm esperados para janeiro.

“Boa parte dos acumulados diários de chuva ficaram abaixo de 10mm. Por outro lado, os dias 13, 15, 16, 17 e 29 apresentaram chuvas mais volumosas, com acumulados diários superiores aos 20mm”, comenta Michael Pantera, meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo. “Apenas para efeito de comparação, somente estes cinco dias totalizaram 129,7mm, ou seja, praticamente 50,6% dos 256,3mm acumulados durante todo o mês”, complementa o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém informações de chuva na capital paulista desde 1995 e segundo esse banco de dados, os anos com o mês de janeiro mais chuvosos ocorreram em:

2010: 466,9mm

2011: 415,4mm

2017: 375,7mm

Já os anos menos chuvosos em janeiro, foram:

2007: 131,2mm

1998: 159,3mm

2013: 166,9mm

As subprefeituras que registraram os maiores índices de chuva em janeiro de 2026 foram:

Parelheiros, Zona Sul: 366,4mm

Mooca, Zona Leste: 365,4mm

Aricanduva/Formosa, Zona Leste: 355,8mm

As subprefeituras que registraram os menores índices de chuva em janeiro de 2026 foram:

Pirituba/Jaraguá, Zona Norte: 150,3mm

Perus, Zona Norte: 154,6mm

Pirituba/Jaraguá, Zona Norte: 154,1mm

As regiões da cidade registraram os seguintes índices pluviométricos:

Zona Leste: 278,5mm

Centro: 262,1mm

Zona Sul: 275,1mm

Zona Norte: 216,7mm

Zona Oeste: 201,1mm

Os recordes de janeiro com relação às chuvas, são:

03/01/2006 o dia mais chuvoso já registrado em janeiro com 63,8mm;

Janeiro de 2010 foi o ano com o maior índice de chuva na cidade com 464,9mm;

Janeiro de 2007 foi o ano com o menor índice de chuva na cidade com 131,2mm;

Janeiro de 2010 foi o ano com o maior número de dias com chuva: 30;

Com relação às temperaturas, janeiro apresentou mínimas variando em torno da média na primeira metade do mês, mas na segunda quinzena, valores majoritariamente abaixo do esperado da média mensal, que ficou em 18,2ºC, valor 1,2°C abaixo dos 19,4ºC esperados para janeiro de acordo com os dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que registra estas informações desde 2004. As máximas tiveram um comportamento ligeiramente diferente, já que alternaram valores abaixo e acima da média ao longo do mês, que ficou em 28,1ºC, valor 0,7°C abaixo dos 28,8ºC, que representam o valor médio histórico.

Temperaturas médias, ocorridas na cidade em janeiro de 2026 conforme monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo:

Menor mínima média: 15,2°C em 21/01/2026;

Maior mínima média: 21,5°C em 12/01/2026;

Menor máxima média: 19,3°C em 21/01/2026;

Maior máxima média: 34,2°C em 10/01/2026;

Temperaturas absolutas, aquelas registradas em um único local, de acordo com o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, em janeiro de 2026:

Menor mínima absoluta: 12,2°C em 21/01/2026 na estação Parelheiros-Barragem, Zona Sul;

Menor máxima absoluta: 17,8°C em 21/01/2026 na estação Parelheiros-Marsilac, Zona Sul;

Maior mínima absoluta: 23,8°C em 12/01/2026 nas estações da Mooca e Penha, Zona Leste;

Maior máxima absoluta: 36,4°C em 10/01/2026 na estação Mooca, Zona Leste;

 

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém o monitoramento das temperaturas na cidade com o auxílio de 29 estações meteorológicas automáticas desde 2004 e conforme esse histórico, os recordes já ocorridos em um mês de janeiro foram:

A menor mínima média na cidade: 12,8°C em 01/01/2012;

A menor mínima absoluta, em Parelheiros, Zona Sul, com 10,2°C em 01/01/2012;

A maior máxima média na cidade: 36,5°C dia 19/01/2015;

A maior máxima absoluta, na Capela do Socorro, Zona Sul, com 38,5°C dia 17/01/2015;

Com relação aos recordes de temperaturas ocorridos em 2026, o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, têm os seguintes dados:

Mínima

Menor mínima média: 15,2°C em 21/01/2026;

Menor mínima absoluta: 12,2°C em 21/01/2026 na estação Parelheiros-Barragem, Zona Sul;

Maior mínima média: 21,5°C em 12/01/2026;

Maior mínima absoluta: 23,8°C em 12/01/2026 nas estações da Mooca e Penha, Zona Leste;

Máximas

Menor máxima média: 19,3°C em 21/01/2026;

Menor máxima absoluta: 17,8°C em 21/01/2026 na estação Parelheiros-Marsilac, Zona Sul;

Maior máxima média: 34,2°C em 10/01/2026;

Maior máxima absoluta: 36,4°C em 10/01/2026 na estação Mooca, Zona Leste;

Para fevereiro, mês que transcorre dentro do verão, a previsão é de que o fenômeno La Niña continue enfraquecendo no Pacífico Equatorial, dando lugar a condições de neutralidade climática nos próximos meses. “Os modelos numéricos de previsão estendida indicam precipitações próximas do esperado, que segundo o CGE da Prefeitura de São Paulo é de 217,2mm, e com temperaturas ligeiramente abaixo da média histórica, que de acordo com o CGE, têm mínima média de 19,5°C e máxima média de 29,4°C”, finaliza o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo Michael Pantera.


Aniversário de São Paulo deve ser marcado por temperaturas agradáveis

23/01/2026 12:29 - Sexta-feira

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), o fim de semana do aniversário de 472 anos da cidade de São Paulo, tem previsão de sol entre nuvens, elevação das temperaturas e chuvas fracas nas tardes.

O sábado (24) ainda deve começar com tempo fechado e chuviscos, mas ocorrem períodos de melhoria e o sol pode aparecer rapidamente entre muitas nuvens no decorrer do dia. Os termômetros variam entre mínimas de 17°C e máximas que podem chegar aos 24°C, com índices de umidade acima de 60%. “No final da tarde a nebulosidade volta a aumentar e retornam as condições de chuvas leves, com baixo potencial para formação de alagamentos”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

No domingo (25) dia em que a cidade de São Paulo comemora 472 anos, o sol aparece entre nuvens o que favorece a gradativa elevação das temperaturas no decorrer do dia. Os termômetros devem variar entre mínimas de 18°C e máximas que podem chegar aos 26°C, enquanto os índices mínimos de umidade atingem valores próximos aos 50%. “A chegada da brisa marítima aumenta a nebulosidade e favorece a ocorrência de chuvas isoladas, principalmente entre o final da tarde e o início da noite. O potencial para tempestades é baixo, o que deve contribuir para um domingo aproveitável para os paulistanos”, comenta Pantera.

 

De acordo com os modelos numéricos de previsão estendida, a próxima semana deve ser de temperaturas em elevação e chuvas mais volumosas nas tardes. “A partir da terça-feira (26) até a sexta-feira (30), ocorrem maiores períodos de sol e a sensação será de calor. Há previsão de pancadas isoladas de chuva no fim da tarde. As chuvas mais significativas são esperadas para as tardes de quinta-feira (29) e sexta-feira (30), com potencial para formação de alagamentos e rajadas de vento”, alerta o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

 

Os dados do CGE da Prefeitura de São Paulo mostram que janeiro acumulou até o momento 196,1mm de chuva, o que corresponde a aproximadamente 76,5% dos 256,4mm esperados para o mês. Já foram 20 dias com registro de precipitação, sendo que o normal para o mês, historicamente, são 25 dias. O mais chuvoso foi o 15/01/2026 com 38,6mm. Já o dia com maior índice de chuva já registrado em um mês de janeiro pelo CGE, que mantém medições desde 1995, foi o 03/01/2006 com 63,8mm.

 

Ainda conforme o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, a cidade apresenta até o momento temperatura mínima média de 18,5°C, sendo que o esperado para o mês é 19,4°C, enquanto a temperatura média máxima está em torno dos 28,3°C, sendo que o esperado são 28,8°C. “Ou seja, no geral podemos dizer que a média das temperaturas, tanto mínimas como máximas, permanecem ligeiramente abaixo do normal para janeiro até o momento”, comenta Pantera.

 

A menor mínima do ano ocorreu dia 21/01/2026 com 15,2°C de média na cidade. A menor mínima absoluta, que é um único valor registrado em todas as 29 estações meteorológicas automáticas do CGE da Prefeitura de São Paulo, também ocorreu em 21/01/2026 com 12,2°C em Parelheiros/Barragem, Zona Sul. Já a maior máxima do ano, até o momento, foi no dia 10/01/2026 com 34,2°C de média na cidade, sendo que a estação meteorológica que registrou a maior máxima absoluta foi a da Mooca, Zona Leste, com 36,4°C.


Dezembro terminou com chuvas ligeiramente abaixo da média

05/01/2026 16:57 - Segunda-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), dezembro terminou com chuvas ligeiramente abaixo da média e temperatura máxima acima.

 

Foram registrados 177,3mm de média na cidade, o que corresponde a aproximadamente 3,7% abaixo dos 184,2mm esperados para o mês. Dessa forma, o período mais seco observado em dezembro continua sendo o de 2023 com apenas 87,1mm. No ano de 2025 foram 25 dias com registro de chuva durante o mês, e o dia 09/12 foi o mais chuvoso com 36,8mm de média na cidade, o que corresponde a aproximadamente 20% dos 184,2mm esperados para dezembro.

 

“A maior parte dos acumulados de chuva diários foram abaixo de 5mm. Por outro lado, apenas os dias nove e 13 apresentaram valores maiores que superaram os 30,0mm. Apenas para efeito de comparação, somente estes dois dias totalizaram 68,4mm, ou seja, praticamente 38,6% dos 177,3mm acumulados durante todo o mês”, explica Thomaz Garcia, meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém informações de chuva na capital paulista desde 1995 e segundo esse banco de dados, os anos com o mês de dezembro mais chuvosos ocorreram em:

2013: 305,1mm

1996: 278,0mm

2009: 260,4mm

Já os anos menos chuvosos em dezembro, foram:

2023: 87,1mm

1999 e 2003: 117,2mm

2008: 123,62mm

As subprefeituras que registraram os maiores índices de chuva em dezembro de 2025 foram:

Jaçanã/Tremembé, Zona Norte: 211,5mm

Butantã, Zona Oeste: 209,2mm

Itaquera, Zona Leste: 203,2mm

As subprefeituras que registraram os menores índices de chuva em dezembro de 2025 foram:

Cidade Tiradentes, Zona Leste: 133,5mm

M Boi Mirim, Zona Sul: 130,8mm

Pirituba/Jaraguá, Zona Norte: 154,1mm

 

As regiões da cidade registraram os seguintes índices pluviométricos:

Zona Oeste: 195,6mm

Zona Norte: 183,6mm

Zona Leste: 175,1mm

Zona Sul: 169,3mm

Centro: 165,9mm

Os recordes de dezembro, desde 1995, com relação às chuvas, são:

08/12/2009 o dia mais chuvoso já registrado em dezembro com 77,4mm;

Dezembro de 2012 foi o ano com o maior índice de chuva na cidade com 305,1mm;

Dezembro de 2023 foi o ano com o menor índice de chuva na cidade com 87,1mm;

Dezembro de 2020 foi o ano com o maior número de dias com chuva: 29;

 

Com relação às temperaturas, média mensal das mínimas foi de 19ºC, valor 0,3ºC acima dos 18,7ºC que representam a média histórica para dezembro de acordo com os dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que registra estas informações desde 2004. Já as máximas tiveram um comportamento um pouco diferente, a média mensal foi de 29,8ºC, valor 1,6ºC acima dos 28,2ºC, que representam o valor médio histórico.

Temperaturas médias, ocorridas na cidade em dezembro de 2025 conforme monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo:

A menor mínima média na cidade: 15°C dia 17/12/2025;

A maior mínima média na cidade: 22,1°C dia 24 e 26/12/2025;

A menor máxima média na cidade: 19°C dia 17/12/2025;

A maior máxima média na cidade: 35,9°C dias 28/12/2025;

Temperaturas absolutas, aquelas registradas em um único local, de acordo com o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, em dezembro o de 2025:

A menor mínima absoluta - Parelheiros/Marsilac, Zona Sul, com 10,6°C, dia 12/12/2025

A menor máxima absoluta – Parelheiros/Marsilac, Zona Sul, com 16,9°C, dia 17/12/2025;

A maior mínima absoluta – Sé/CGE, Centro, com 25,2°C, dia 25/12/2025;

A maior máxima absoluta – Mooca, Zona Leste, com 38,8°C, dia 25/12/2025;

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém o monitoramento das temperaturas na cidade com o auxílio de 29 estações meteorológicas automáticas desde 2004 e conforme esse histórico, os recordes já ocorridos em um mês de dezembro foram:

A menor mínima média na cidade: 12,4°C em 09/12/2018;

A menor mínima absoluta, em Capela do Socorro, Zona Sul, com 9,3°C em 09/12/2018;

A maior máxima média na cidade: 35,9°C dia 28/12/2025;

A maior máxima absoluta, na Mooca, Zona Leste, com 38,8°C dia 28/12/2025;

Com relação aos recordes de temperaturas ocorridos em 2025, o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, têm os seguintes dados:

Mínima

Menor mínima média: 5,3°C em 25/06/2025

Menor mínima absoluta: -0,7°C em 25/06/2025 na estação Parelheiros-Rodoanel

Maior mínima média: 23,0°C em 21/01/2025

Maior mínima absoluta: 25,3°C em 17/02/2025 na estação Sé-CGE

Máximas

Menor máxima média: 12°C em 02/07/2025

Menor máxima absoluta: 9,4°C em 02/07/2025 nas estações Parelheiros-Barragem e Parelheiros-Marsilac

Maior máxima média: 35,9°C em 28/12/2025

Maior máxima absoluta: 38,8°C em 28/12/2025 na estação Mooca

Para janeiro, mês que transcorre dentro do verão, a previsão é de que o fenômeno La Niña, que está vigente no Pacífico Equatorial, permaneça atuando o que pode causar a entrada de massas de ar frio tardias. “Os modelos numéricos de previsão estendida indicam que as precipitações vão continuar irregulares, o que deve provocar mais um mês com chuva abaixo do esperado, que segundo o CGE da Prefeitura de São Paulo é de 256,4mm, e com temperaturas próximas do normal climatológico, que de acordo com o CGE, têm mínima média de 19,4°C e máxima média de 28,8°C”, finaliza o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo Thomaz Garcia.


Noite de Ano Novo pode ter chuva isolada na capital paulista

30/12/2025 15:03 - Terça-feira

De acordo com a previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), a noite de Ano Novo deve transcorrer com sensação de tempo abafado e chuvas isoladas.

“A presença do ar quente e úmido predomina nos próximos dias. No período da manhã, o sol aparece entre variação de muitas nuvens e a sensação de tempo abafado continua. As pancadas de chuva entre a tarde e a noite serão mais frequentes, generalizadas e com volumes mais significativos”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia. “Atenção com o solo encharcado, o que vai elevar o potencial para formação de alagamentos, transbordamentos de pequenos rios e córregos e deslizamentos de terra nas áreas de risco”, complementa o meteorologista.

Na quarta-feira (31), último dia do ano, o tempo não muda. Muitas nuvens, aberturas de sol, sensação de tempo abafado e pancadas de chuva entre o meio da tarde e a noite. “Por conta do calor e da alta umidade do ar, não se descarta chuva em forma de pancadas isoladas na hora da virada do ano”, comenta Garcia. Mínima de 21°C e máxima de 30°C.

Na quinta-feira, primeiro de janeiro, sol entre muitas nuvens pela manhã e sensação de tempo abafado. “Entre o meio da tarde e a noite, a combinação de calor e aproximação de uma frente fria vai gerar áreas de instabilidade. Há previsão de chuvas com intensidade moderada a forte, acompanhadas de descartas elétricas e rajadas de vento”, alerta o meteorologista da Prefeitura de São Paulo. “As precipitações serão mais generalizadas e prolongadas, o que eleva o potencial para formação de alagamentos intransitáveis”, explica Thomaz Garcia. Os termômetros oscilam entre a mínima de 20°C e a máxima de 31°C.

Na sexta-feira (02/01), terá uma manhã com muitas nuvens, poucas aberturas de sol e sensação de tempo abafado. A partir da tarde até a noite, a passagem de uma frente fria ao largo do litoral paulista vai provocar chuva generalizada com potencial para formação de alagamentos e transbordamentos de pequenos rios e córregos. Mínima de 20°C e máxima de 28°C.

O primeiro fim de semana do ano terá tempo instável e temperatura em declínio. No sábado (03/01), o sol aparece entre nuvens e chove entre a tarde e a noite. Ainda há potencial para chuva forte. Mínima de 19°C e máxima de 27°C. No domingo (04/01), a rápida passagem de uma nova frente fria ao largo do litoral paulista vai mudar a direção dos ventos e provocar a queda da temperatura. Chuva entre a madrugada e o início da manhã e céu encoberto e garoa ocasional no restante do dia. Mínima de 18°C e máxima de 24°C.

De acordo com o banco de dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, dezembro acumulou até às 13h de terça-feira (30/12), cerca de 170,3mm de chuva, o que equivale a aproximadamente 92,4% dos 184,2mm esperados para o mês. 

Conforme o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, o mês de dezembro segue com máximas acima da média e mínimas dentro do esperado. A média esperada da mínima para o mês é de 18,7°C e o registrado até o momento são 19°C. Já a máxima média esperada é de 28,2°C, mas o registrado é 29,6°C. Desde o dia 21/12 a capital paulista vem registrando máximas acima dos 32°C e a cidade está em estado de atenção para as altas temperaturas desde 22/12.

Os recordes de temperaturas ocorridos em 2025, segundo o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, são:

Mínima

Menor mínima média: 5,3°C em 25/06/2025

Menor mínima absoluta: -0,7°C em 25/06/2025 na estação Parelheiros-Rodoanel

Maior mínima média: 23,0°C em 21/01/2025

Maior mínima absoluta: 25,3°C em 17/02/2025 na estação Sé-CGE

Máximas

Menor máxima média: 12°C em 02/07/2025

Menor máxima absoluta: 9,4°C em 02/07/2025 nas estações Parelheiros-Barragem e Parelheiros-Marsilac

Maior máxima média: 35,9°C em 28/12/2025 – sendo a maior máxima média já registrada em um mês de dezembro desde 2004, início das medições;

Maior máxima absoluta: 38,8°C em 28/12/2025 na estação Mooca - sendo a maior máxima absoluta já registrada em um mês de dezembro desde 2004, início das medições;


Festas de Natal e Ano Novo devem transcorrer sem chuvas nas madrugadas

23/12/2025 13:18 - Terça-feira

De acordo com a previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), as noites de Natal e Ano Novo devem transcorrer sem chuvas na capital paulista, e com calor.

“A presença da massa de ar quente e úmida que continua sobre o Sudeste, vai garantir mais dias com muito sol e calor na Grande São Paulo. As temperaturas ficam acima da média e os menores índices de umidade se aproximam dos 30%”, comenta o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Thomaz Garcia. “Esse quadro ajuda a manter as noites e madrugadas com temperaturas elevadas, o que vai garantir uma véspera e noite de Natal abafada.”, complementa o meteorologista.

Na quarta-feira (24), véspera do Natal, o sol brilha forte, faz calor e há possibilidade de pancadas isoladas de chuva com curta duração no fim da tarde. Mínima de 23°C e máxima de 34°C.

Na quinta-feira (25), Natal, o tempo não muda. O sol forte e o calor predominam e a chuva será isolada e no fim da tarde e noite. Há possibilidade de pancada forte com trovoadas. Os termômetros oscilam entre a mínima de 23°C ao amanhecer e a máxima de 35°C no meio da tarde.

“No fim de semana entre os dias 26/12 sexta-feira e 28/12 domingo, o sol aparece e faz calor. As pancadas de chuva acontecem entre o meio da tarde e o início da noite, e há potencial para chuva forte, formação de alagamentos e rajadas de vento”, comenta Thomaz Garcia, meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

Na segunda-feira (29), sol entre muitas nuvens pela manhã. À tarde, o calor e a passagem de uma frente fria, ao largo do litoral paulista, provocam chuva com intensidade moderada a forte em forma de pancadas generalizadas. Há potencial para formação de alagamentos, rajadas de vento e transbordamento de pequenos rios e córregos.

 A terça-feira (30) ainda será de tempo abafado pela manhã, mas as precipitações ganham força à tarde e há previsão de chuva forte e formação de alagamentos. Na quarta-feira (31), muitas nuvens, temperatura agradável e sem previsão de chuva significativa.

“Até o momento, os modelos numéricos de previsão estendida indicam que apesar do céu nublado, não há expectativa de chuva para a hora da virada do ano”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

O mês de dezembro marcou o início do verão e têm transcorrido com temperaturas e chuvas dentro do esperado. Dados do CGE da Prefeitura de São Paulo indicam que entre os dias 01/12 até 22/12 a média da mínima foi de 18°C e a esperada era de 18,7°C. Já a máxima registrada dentro do mesmo período é de 27,9°C e a esperada era de 28,2°C.

A chuva tem ocorrido de forma irregular. Dezembro acumulou até às 07h00 de terça-feira (23), cerca de 131,9mm de chuva, o que equivale a aproximadamente 71,6% dos 184,2mm esperados para o mês. Foram 16 dias com registro de índice pluviométrico, sendo o 09/12 o mais chuvoso com 36,8mm, de acordo com o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo.


Verão deve transcorrer sob influência do fenômeno climático La Niña

19/12/2025 12:31 - Sexta-feira

Segundo análises dos meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), o verão, que começa neste sábado dia 21/12/2025 às 12h03 horário de Brasília, e termina em 20/03/2026, às 11h45 da manhã, deve seguir sob a influência do fenômeno La Niña, que esfria as águas do Pacífico Equatorial.

 

“Na prática, isso quer dizer que teremos temperaturas próximas do esperado, chuva irregular e passagem de frentes frias que após provocar precipitações, causam queda da temperatura. No entanto, eventos pluviométricos e de calor ligeiramente acima do normal também serão observados, comenta o meteorologista do CGE, Thomaz Garcia. “O mesmo podemos esperar da umidade relativa do ar, que durante a estação, costuma registrar valores médios acima dos 50%, porém, existe a possibilidade de episódios com esses índices ligeiramente abaixo”, complementa o meteorologista da Prefeitura de São Paulo.

 

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, no verão, que compreende os meses de dezembro, janeiro e fevereiro e termina em meados de março, são esperados 663,8mm para a capital paulista. Os mais chuvosos, segundo análises de dados pluviométricos desde 1995, são:

 

1995/1996: 922,4mm

2018/2019: 894,3mm

1998/1999: 876,1mm

2009/2010: 855,1mm

2014/2015: 790,5mm

 

Já os menos chuvosos foram:

 

2017/2018: 413,4mm

2007/2008: 528,8mm

2000/2001: 545,7mm

2002/2003: 560,1mm

2013/2014: 575,0mm

 

No verão é comum a passagem de frentes frias e a formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), principalmente em anos de La Niña. Esses sistemas também são responsáveis por regular as chuvas no Sudeste. “A Região Metropolitana de São Paulo durante o verão, sofre quase que diariamente influência da infiltração da brisa marítima associada ao forte calor no final das tardes, o que contribui para a ocorrência de pancadas de chuva que atuam com até forte intensidade”, comenta Garcia.

 

Com relação as temperaturas, nos meses de verão são esperadas:

 

Dezembro - Mínima média: 18,7°C; Máxima média: 28,2°C

Janeiro - Mínima média: 19,4°C; Máxima média: 28,8°C

Fevereiro - Mínima média: 19,5°C; Máxima média: 29,3°C

Março - Mínima média: 19°C; Máxima média: 28,4°C

 

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém dados de temperatura na capital paulista desde 2004 e segundo esse histórico, os recordes já ocorridos dentro do verão, são:

 

Mínimas:

Menor mínima média dia 01/01/2012 com 12,8°C na cidade;

Menor mínima absoluta, dia 01/01/2012 com 10,2°C em Parelheiros, Zona Sul;

Maior mínima média dia 04/02/2014 com 24,3°C na cidade;

Maior mínima absoluta, dia 04/02/2014 com 26,1°C em Santana/Tucuruvi, Zona Norte;

Máximas:

Maior máxima média dia 02/02/2019 com 36,7°C na cidade;

Maior máxima absoluta dia 01/02/2019 com 39,1°C Pinheiros, Zona Sul;

Menor máxima média dias 14/01/2012 e 18/03/2013 com 17,6°C na cidade;

Menor máxima absoluta dia 14/01/2012 com 13,7°C em Parelheiros, Zona Sul;

Com relação aos recordes de temperaturas ocorridos em 2025, o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, têm os seguintes dados:

Mínima

Menor mínima média: 5,3°C em 25/06/2025

Menor mínima absoluta: -0,7°C em 25/06/2025 na estação Parelheiros-Rodoanel

Maior mínima média: 23,0°C em 21/01/2025

Maior mínima absoluta: 25,3°C em 17/02/2025 na estação Sé-CGE

Máximas

Menor máxima média: 12°C em 02/07/2025

Menor máxima absoluta: 9,4°C em 02/07/2025 nas estações Parelheiros-Barragem e Parelheiros-Marsilac

Maior máxima média: 34,4°C em 06/10/2025

 

De acordo com a previsão estendida do CGE da Prefeitura de São Paulo, as recentes simulações atmosféricas apontam que o primeiro dia do verão, sábado (20), será um dia de temperaturas agradáveis e sem chuvas na cidade, com mínimas em torno dos 18°C e máximas em 27°C. O quadro praticamente se repete no domingo (21), que deve seguir sem chuvas, com mínimas em torno dos 19°C e máximas em 29°C, e com uma queda na umidade relativa do ar, que deve oscilar em torno dos 40% nas horas mais quentes do dia.

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